Indústria Verde

Raizen - Case Indústria Verde

Ecossistema mais equilibrado

Todas as unidades produtivas da Raízen são autossuficientes na cogeração de energia elétrica a partir da queima de biomassa

Aliar produção e sustentabilidade é cada dia mais urgente para o futuro do planeta. Assim, a indústria precisa desenvolver processos que contribuam positivamente em todos os ecossistemas, ligando aspectos fundamentais como social, ambiental e econômico.

Tendo isso em vista, a Raízen, uma das maiores produtoras e distribuidoras de energia do país e referência global em bioenergia, assumiu o desafio de gerir impactos positivos e negativos em todo o seu processo de produção. Investe  no pilar da transição energética.

As iniciativas da empresa, nesse sentido, estão alinhadas à estratégia da Confederação Nacional da Indústria (CNI) rumo a uma economia brasileira de baixo carbono, baseada em quatro pilares: transição energética, mercado de carbono, economia circular e conservação florestal.

Biomassa – Visando uma transição energética rumo a uma economia de baixo carbono, todas as unidades produtivas da Raízen são autossuficientes na cogeração de energia elétrica a partir da queima de biomassa – sendo que 13 delas exportam a bioeletricidade excedente. A biomassa é amplamente utilizada como matéria-prima para uma matriz mais limpa e renovável.

Em 2021, seis unidades produtoras da companhia (Caarapó, Ipaussu, Maracaí, Jataí, Rafard e Univalem) conquistaram a certificação Selo Energia Verde, que atesta a utilização de energia renovável na produção de bioeletricidade.

O bagaço da cana é usado para a geração de bioeletricidade, o que garante a autossuficiência energética nas usinas. Além disso, o material também é usado para produzir o etanol de 2ª geração, o E2G. Usar o bagaço da cana como matéria-prima tira a necessidade de aumentar a área plantada de cana-de-açúcar.

A biomassa é utilizada ainda para produzir pellets – um biocombustível sólido –, com uma menor pegada de carbono que seus substitutos convencionais (carvão), além de ser 100% renovável. A cinza torta de filtro e a vinhaça são usados como fertilizantes naturais e também para produzir o biogás. Do biogás ainda se converte o biometano, utilizado como combustível substituto do diesel para frotas e já vendido comercialmente como matéria-prima para fertilizantes.

Etanol de qualidade – Atualmente, a Raízen conta com 35 parques de bioenergia, totalizando a capacidade instalada de 105 milhões de toneladas de cana-de-açúcar e cerca de 1,3 milhão de hectares de área cultivada. Além disso, a empresa segue ampliando a disponibilidade de biomassa para acelerar a transição energética e a monetização do ecossistema do etanol e aumentar a participação na cadeia de valor do açúcar.

A empresa produz etanol de qualidade, que é referência como fonte de menor impacto ambiental. A mistura de até 27% de etanol na gasolina (E27) proporciona uma redução de 15% das emissões de CO2 eq por quilômetro rodado em relação à gasolina pura – e de até 35% se for considerado veículo híbrido. A emissão de gases de efeito estufa evitada a partir do consumo de produtos produzidos pela Raízen representa 5,2 milhões de toneladas por ano, o que equivale a cerca de 2,5 milhões de carros a menos nas ruas.

A Raízen tem amplo portfólio de produtos renováveis, com mais de 40 mil funcionários e 15 mil parceiros de negócios espalhados pelo país. Além do Brasil, a empresa também atua na Argentina.